Casa própria x taxa de juros baixa = financiamento (1ª parte)

O interesse na compra de imóveis vem crescendo, mesmo durante a pandemia do Coronavírus. E as razões são simples: o financiamento está mais barato, visto que a taxa básica de juros, a Selic, chegou ao nível mínimo de 2% ao ano e os preços dos imóveis tem subido pouco, em linha com a inflação e até mesmo abaixo dela. 
Mas, como fazer o melhor negócio? Os textos de hoje e da próxima semana irão lhe orientará  comprar sua casa própria financiada. 
Um dos pontos principais ao assumir um financiamento imobiliário é comparar as taxas de juros.
Diante do cenário de juros baixos, o consumidor deve ter em mente que já não é aceitável pagar 10% ou 11% ao ano em juros do crédito imobiliário pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Atualmente, a taxa média praticada no mercado é de 7,1% ao ano mais correção da Taxa Referencial (TR), que hoje está em zero.Ou seja: se o seu banco não estiver oferecendo uma taxa parecida ou menor do que essa, é aconselhável negociar com o seu gerente ou pesquisar em outras instituições.
É sabido que a Caixa sempre costumava ter a menor taxa do mercado, a partir de 6,95% ao ano mais TR. Em seguida vinha o Santander, que recentemente tinha baixado a taxa para a partir de 6,99% ao ano e se tornado o banco privado com os juros mais baixos.
No entanto, o Itaú lançou uma modalidade de financiamento indexada pela poupança. Agora, a linha terá um componente fixo de 3,99% ao ano, mais uma variável atrelada ao rendimento da poupança, que no cenário atual corresponde a 70% da Selic. Com isso, a taxa final para os clientes ficaria hoje em 5,39% ao ano.
De acordo com simulações apresentadas pelo Itaú, a nova modalidade permite que as prestações sejam, em média, 20% menores que na linha convencional e o saldo devedor sempre é reduzido com os pagamentos. 
Sabendo que a poupança tem como referência o valor da Selic, mas tem um teto, há de se destacar dois fatores importantes: o limitador do teto garante que a parcela não vai passar de determinado valor e o saldo devedor é amortizado todos os anos.
Em paralelo ao anúncio da nova modalidade, o Itaú aumentou de 80% para 90% o valor financiável do imóvel. Isto é, se antes você precisava de R$ 40.000,00 de entrada para financiar um apartamento de R$ 200.000,00, hoje somente R$ 20.000,00 são necessários.
Mas nem tudo é facilidade nesses tempos de juros em baixa: os bancos concedem a taxa de acordo com a avaliação de risco que fazem de você como tomador de crédito. O histórico de crédito e pontuação em órgãos como SPC/Serasa são fatores na hora de avaliar sua taxa.
Ainda leva-se em conta o relacionamento com a instituição, como portabilidade do salário para o banco, possuir cartões de crédito e investimentos no banco escolhido para o financiamento do seu imóvel. 

Semana que vem voltaremos com as considerações finais sobre o financiamento imobiliário. Mas, se quiser simular agora mesmo, basta entrar no nosso site https://www.imobellavista.com.br/ ou nos chamar no WhatsApp: 11 99741-9243.

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